quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

o mel é a um tempo amargo e doce



O humano não existe, é dito.


Queremos saber se está nele o monstro, ser homem e mulher, ser mãe e filhos, trazer em si toda a fúria dos desertos.


Dizemos que o gigante está em nós.


A mão que fia o mais que precioso fino fio, entrega a lista dos que vão para o estígio rio.


É a mão do homem.




3 comentários:

Dalva M. Ferreira disse...

De repente lembrei que você não é deste planeta, e que veio importado. Tinha que ser!

Antonio Bento disse...

quanto vale sua vida? quando se aposta tudo, não se aposta como Paulo ou João, de trinta ou vinte anos, aposta-se por toda a humanidade. teria sentido um outro jogo?

missosso disse...

amigos, quanto vale a vida? de que planetas somos? Caramba, cada pergunta é uma aposta, façamos assim: escrevo primeiro uma besteira, depois vou atrás dessas provocações, ok?