segunda-feira, 5 de outubro de 2009

o Demônio de Maxwell



onde a coisa é
o vir-a-ser
copula
silêncio com pulso
objeto-sujeito
o ruído branco
a pausa
o mergulho

estar
evanescer

4 comentários:

angela disse...

o velho fica novo e o novo fica velho.
se descobrir como me conta...

André Gide disse...

gosto da solução do Epicuro, são mundos muitos, e muitos outros por se fazer, entre eles, sempre novo, o intermundia (metákosmios), e quando um mundo e um outro mundo decidem se comunicar, não tem jeito, só apelando para esse inter, silêncio-vazio, pois que surge um outro mundo, vindo do estrangeiro, Merleau-Ponty retomou essas greguices no Visível e invisível.

missosso disse...

que ebeleza de comentários, melhores que o post!

Dalva M. Ferreira disse...

O tempora! O mores!