terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

POESIA FÁCIL





Eu amo a poesia de lógica fácil,
poesia nua, sem nenhum enfeite.

Sem dificuldades,
puro sentimento,
ou puro deleite.

Só com palavrinhas de uso diário,
bem substantiva, quase que horrorosa.

Em primeira pessoa,
quase uma conversa,
quase que uma prosa.

Poesia simples que trata de gente,
de coisas banais como do amor.

Das coisas da vida,
das coisas da morte,
alegria e dor.

Eu amo a poesia de conteúdo simples,
que o povo decora de qualquer maneira.

E que então declama
no meio da praça,
no meio da feira.

3 comentários:

maria disse...

Também gosto... principalmente das coisas banais!

Gostei muito, simples.

José Doutel Coroado disse...

Cara Dalva,
Gostei!! ... e não vi onde estava a facilidade de escrever uma poesia de lógica fácil.
abs

missosso disse...

pois é,
parece assim,
mas é
assado...
poesia ao cabo
e ao fim,
enquanto e não,
diz sim.

Dalva é 10!