sábado, 20 de fevereiro de 2010

adapte minha poesia a qualquer poperô


se você se fechar
não me deixe
pra fora


se acaso você chegar
a se encontrar
não fique me dando
perdido


se resolver se tatuar
não me apague
do seu fotolog


não sei ler seus silêncios
nem enxergo a noite
em modo de espera


jamais construí (as necessárias)
pontes
entre o nada e a mesquinhez
do meu medo


sei que toda a vida
provém da montanha

você me diz que palavras não são
tudo
mas é que
às vezes
gosto de ouvir você

dizer que me ama

6 comentários:

angela disse...

São tão bonitos seus poemas!

José Doutel Coroado disse...

a tão necessária urgência em nos sentirmos parte de algo maior (o Amor).
boa!!
abs

missosso disse...

tks, amigos, acho que só o amor é maior nesta vidinha em tom menor.

Patrícia de Lurdes Pinto disse...

Se me permite o comentário: AMEI!

Dalva M. Ferreira disse...

Muito bonito mesmo. Quem me dera!

missosso disse...

tks Dalva e Patrícia!