sábado, 30 de outubro de 2010

tempo

Atravessei-te numa mirada anterior

E em mim dói tudo no depois

Sou prisioneiro do passado

Nunca cheguei ao presente

Nem tenho o futuro

Onde tens existência...

3 comentários:

José Doutel Coroado disse...

Caro Edmar,
belo poemaço!!
Gostei!!
abs

angela disse...

Como professor Pardal
um Einstein mirim
no fundo do quintal
invente a maquina do tempo
e chame a moça
pra brincar

Belo poema.

missosso disse...

curto e ferino o poeta, chegará seu exemplar da revista em breve. abs