segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

a vida é uma infecção da matéria


aqueles dias sem balanço

um tempo resignado

que deixam atrás de si

o pó do senso comum

desmemorável

como em noites sem vagalumes

faltam refúgios para esconder

uma minhoca

e não há espaço para pôr

as moscas

onde o mosquito sequer

encosta

somente o Amor acharia a resposta

chegar, entrar e deitar

9 comentários:

Dalva M. Ferreira disse...

Gostei, mas não entendi. Melhor que entendi mas não gostei? Um tempo resignado...

angela disse...

A resposta ou o consolo?

José Doutel Coroado disse...

perguntaria eu que nem Pablo Neruda:
"O que faz uma mosca encarcerada
num soneto de Petrarca?"
abs

.justlow disse...

Angela adorei mesmo sua visita em meu blog, espero vê-la mais vezes , é a tabelinha nunca usei , vamos ver agora !
Já estou te seguindo , me segui tbem ok
bjos ;*

.justlow disse...

Uhm então o que eu escolhi é o mais thãn ! Então vou ficar aqui mesmo
bjs Angela ;*

angela disse...

Justlow
É isso aí, seja bem vinda.

christiana disse...

lindo (há o que entender entre entrar e deitar?)

missosso disse...

gostar sem entender é o melhor que poderia pedir...

christiana disse...

coincidência ou não, depois que comentei aqui ontem vi um programa no discovery science sobre "buracos de minhoca", túneis quânticos de espaço-tempo. não que tenha entendido, mas gostei :)